Observatório de cinema - Casa das Artes de Vila nova de Famalicão

Convidados

Com a presença
  • ALEXANDRA RAMIRES (XÁ) Licenciou-se pela faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2010 em Pintura. Começou a trabalhar na área de animação em 2009 na produtora Sardinha em lata, com realizadores como José Miguel Ribeiro, Marta Monteiro, David Doutel & Vasco Sá. Desde 2013 trabalha na produtora Bando à Parte. Água Mole é o seu primeiro filme, concebido juntamente com a realizadora Laura Gonçalves.
  • ALVARO DOMINGUES Geógrafo, professor e investigador na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Para além da produção científica, tem desenvolvido um trabalho de ensaio sobre as metamorfoses da portugalidade publicado em três livros: “Rua da Estrada” (Dafne, 2009), “Vida no Campo” (Dafne 2012) e “Volta a Portugal” (Contraponto, 2017).
  • ANA CRISTINA PEREIRA Licenciada em teatro pela ESTC de Lisboa e pela ESMAE do Porto, mestre em Educação pela Universidade de Aveiro e doutoranda em Estudos Culturais no CECS da Universidade do Minho. A sua pesquisa doutoral versa o Cinema Pós-colonial em Portugal e em Moçambique e os seus principais interesses de investigação são representações socias, identidade(s), ‘raça’ e género no cinema, numa perspetiva descolonial.
  • ANA GUIMARÃES Formada em Microbiologia na AESBUC para a Escola Superior de Biotecnologia Universidade Católica , Porto, 2002. O seu percurso pela Fotografia inicia-se em 2012 com a realização do Curso Profissional de Fotografia, no Instituto Português de Fotografia. Concluiu em 2016 a Pós-Gradução em Arte Contemporânea na Escola Superior Artística do Porto, ESAP. Recentemente participou, enquanto colectivo com Nuno Faleiro Rodrigues e Tiago Veloso Dias, na exposição “The Meeting Room for How Assemblies Matter”, integrado na programação paralela à bienal de Atenas, com o projecto “An interview with the Anarchist Banker”. Tem particular interesse nas artes visuais, com especial incidência em fotografia e vídeo numa perspectiva que envolve relações dialógicas e conceptuais, e no cruzamento que estas estabelecem com outras prácticas artísticas. É produtora executiva da Plataforma de fotografia Ci.CLO.
  • BRUNO DE ALMEIDA “Cabaret Maxime” é a sua décima longa-metragem, tendo realizado, “The Lovebirds”, “The Art of Amália” e “Operação Outono”. Começou a filmar em 1990, em Nova Iorque, onde viveu durante 25 anos, e tem alternado entre projectos em português e inglês. Nos seus filmes documentais explora pessoas e universos próprios, como o fado (Amália Rodrigues em “The Art of Amália” e Camané em “Fado Camané”), o boxe (“Bobby Cassidy”), a arte contemporânea (“6=0 Homeostética”) e a performance satírica (“Candidato Vieira”). Em 1993, ganhou, com “A Dívida”, o prémio de melhor curta-metragem na Semana da Critica do Festival de Cannes.
  • CARLOS NATÁLIO Formado em Direito e em Cinema é também mestre em Ciências da Comunicação, encontrando-se a terminar doutoramento nessa mesma área. É membro fundador e editor do site de cinema À Pala de Walsh e mantém desde 2009 o seu blogue pessoal Ordet. Colabora com a associação Filhos de Lumière, em vários projectos europeus na área do cinema e pedagogia.
  • CARLOS NOGUEIRA Depois de um percurso profissional variado, com passagens pela docência de História, pela tradução e, ocasionalmente, pela crítica cinematográfica, nos últimos anos passou a dedicar-se exclusivamente à cinefilia. Entre as suas atividades contam-se a edição de O Cinéfilo Invertebrado, blog dedicado à cobertura de alguns festivais de cinema, a colaboração no suplemento Ípsilon do jornal Público e a curadoria. Participou no projeto Próximo Futuro organizado pela Fundação Gulbenkian, integrou o comité de seleção de longas metragens do festival IndieLisboa e programou a Mostra de Cinema Ibero-americano no âmbito da iniciativa Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.
  • CLÁUDIA VAREJÃO Nasceu no Porto e estudou cinema no Programa de Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a German Film und Fernsehakademie Berlin, na Academia Internacional de Cinema de São Paulo Brasil e fotografia na AR.CO, em Lisboa. É autora da curta documental Falta-me e da triologia de curtas de ficção Fim-de-semana, Um dia Frio e Luz da Manhã. No Escuro do Cinema Descalço os Sapatos é a sua estreia em longas metragens, a que se seguiu Ama-San. Para além do seu trabalho como realizadora desenvolve um percurso na fotografia.
  • CRISTINA COELHO Com formação em ensino de Português/Francês e pós-graduada em Mediação Cultural e Literária- especialização Cinema e Literatura-, actua na área cultural em município vale sousense. Sempre que pode, propõe sessões de cinema com o intuito de relançar o culto pelo espectáculo cinematográfico e pelos rituais de visionamento em comunidade.
  • DAVID SANTOS Noiserv é um projeto musical de David Santos, desde 2005, quando decidiu gravar algumas ideias num álbum demo. No entanto, só em 2008 editou o seu primeiro álbum de longa duração One Hundred Miles from Thoughtlessness, muito bem recebido pelo público e pela crítica. A sua ligação ao cinema vem de longe, em 2010 participa na banda sonora do documentário José & Pilar e a sua participação no filme Noiserv (Sessão Dupla) onde a ficção é intercalada num filme concerto, acontece em 2011. A incursão de David Santos, no universo cinematográfico renova-se com o filme Sherlock Jr. de Buster Keaton (1924) musicado ao vivo na Casa das Artes de Famalicão.
  • DIOGO COSTA AMARANTE Em Barcelona estudou Documentário e Cinematografia na Escola Superior de Cinema-Audiovisuals de Catalunha, realizando então o seu primeiro filme, Jumate, que foi premiado como melhor documentário espanhol no Festival Internacional de Cinema Documentário de Madrid. Em 2009, participou no Talent Campus do Festival de Berlim e realizou o segundo filme Em Janeiro, talvez que recebeu igualmente o prémio de melhor documentário espanhol no Documentamadrid09 bem como uma menção especial no SalinaDocFest 09 / Itália. As Rosas Brancas, foi o filme pré tese do MFA em realização e produção cinematográfica que concluiu na New York University / Tisch School of the Arts como bolseiro Fulbright. Este filme estreou na 64ª edição do festival internacional de Berlim como candidato ao Urso de Ouro de melhor curta metragem internacional. O filme acabou por ser premiado no Festival Européen du Film Court de Brest/ França. Cidade Pequena, filme com o qual conclui o seu MFA, conquistou o Urso de Ouro na 67ª edição do festival internacional de Berlim.
  • ELSA MENDES Coordenadora do Plano Nacional de Cinema. Doutoramento em Estudos de Literatura e de Cultura pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
  • HUGO ROMÃO Com formação em gestão autárquica, exerce no Vale do Sousa. Ligou-se ao teatro, fez papel de programador, acabou embaixador de banda pós-pop (bueno.sair.es). Passeou as noites entre filmes e canções, como um todo, nas paisagens de Buñuel. Integra a equipa do Close-up, na edição de textos da programação e gestão de debates.
  • ISABEL MACEDO Doutorada em Estudos Culturais pela Universidade do Minho e Universidade de Aveiro, na área da Comunicação e Cultura. A sua tese intitula-se "Migrações, memória cultural e representações identitárias: a literacia fílmica na promoção do diálogo intercultural", projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, tendo integrado projetos nacionais e internacionais, como membro da equipa de investigação. Os seus principais interesses de investigação conjugam as áreas da memória cultural, das migrações, dos media e da comunicação intercultural. Publicou vários artigos em revistas nacionais e internacionais.
  • JOÃO CATALÃO Artista e programador cultural responsável pela criação da Agenda Cultural da Casa do Professor de Braga em 2010. Participou na concepção do Close-up e integra a equipa, na edição de textos da programação e gestão de debates.
  • JORGE JÁCOME Nasceu em Viana do Castelo em 1988 e passou a sua infância em Macau. Em 2010 concluiu o curso de cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa na área de Realização e Montagem e em 2016 concluiu a pós-graduação na Le Fesnoy – Studio National des Arts Contemporains. O seu trabalho assenta num processo fortemente intuitivo e sensorial resultando num cinema feito de derivas narrativas, relações improváveis e de encontros inusitados. Flores, o seu mais recente filme, foi distinguido no Hamburg International Short Film Festival com o Prémio do Júri Internacional para Melhor Curta Metragem e o Prémio do Público.
  • JOSÉ MANUEL COSTA Director da Cinemateca Portuguesa- Museu do Cinema e professor auxiliar convidado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da U.N.L. Na Cinemateca, onde começou a trabalhar em 1975, desempenhou várias funções, entre elas a de responsável pelo projecto e a instalação do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento. No âmbito internacional, foi membro do Comité Directivo da FIAF (Federação Internacional dos Arquivos de Filmes) e Presidente do Comité Directivo da ACE (Associação das Cinematecas Europeias). Tem sido autor regular de textos sobre história e museologia do cinema, e também sobre história do documentário, e foi autor ou co-autor de monografias sobre D.W.Griffith, Robert Flaherty, Joris Ivens, Frederick Wiseman, entre outros.
  • LAURA GONÇALVES Concluiu o curso de Animação na Faculdade de Belas Artes, Lisboa em 2009 e começa a trabalhar como arte finalista e animadora no estúdio Sardinha em Lata, em filmes de José Miguel Ribeiro, Marta Monteiro e Vasco Sá e David Doutel. Em 2012 realizou a sua primeira curta de animação “Três Semanas Em Dezembro”, concluindo o Mestrado de Animação na Arts University Bournemouth, Inglaterra. Co-realiza a curta de animação "Nossa Senhora da Apresentação", com Abi Feijó, Alice Guimarães e Daniela Duarte. Em 2016 desenvolve e co-realiza com Xá, a curta de animação documentária "Água Mole".
  • MANUEL JOÃO VIEIRA Músico e pintor português. Foi membro do movimento homeostético, em conjunto com Pedro Proença, Pedro Portugal, Ivo Silva, Xana, e Fernando Brito. Professor na Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, integrada no Instituto Politécnico de Leiria. Fundador e vocalista das bandas Ena Pá 2000, Irmãos Catita e Corações de Atum, criou e encarnou diversas personagens em palco, como Lello Universal, Lello Minsk, Lello Marmelo, Orgasmo Carlos, Catita, entre outros. Foi um dos proprietários do Cabaret Maxime, junto à Avenida da Liberdade, em Lisboa. Anunciou a sua candidatura a Presidente da República Portuguesa, em 2011 e em 2016.
  • MÁRIO MACEDO Nascido em Joane, Portugal em 1989. Finalizou a European Film College na Dinamarca assim como uma licenciatura em Som e Imagem pela Universidade Católica Portuguesa no Porto. Em 2011 a sua curta-metragem documental Tio Rui estreou no DocLisboa, seguido de várias exibições noutros festivais. Fez parte de diversas produções desde videoclips a publicidades e trabalhou também como assistente de Andrew Sugerman na Pantheon Entertainment em Hollywood. Trabalha também como fotógrafo, tendo sido exibido em diferente showcases e festivais à volta do mundo. A sua curta-metragem documental Maria Sem Pecado surge em seguimento da anterior e estreou no DocLisboa 2016 e ganhou o Grande Prémio Nacional no FEST 2017. Ambos os seus documentários fizeram parte dos Novos Olhares do Cinema Português na Cinemateca Portuguesa em 2017.Atualmente divide o seu tempo entre a Croácia e Portugal. Estreará no CLOSE-UP a terceira parte da trilogia dedicada ao seu tio Rui: A Volta da Revolta.
  • PAULO CUNHA Doutor em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra e docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o Mestrado em Cinema. É Coordenador Editorial da Aniki : Revista Portuguesa da Imagem em Movimento e programador do Cineclube de Guimarães e dos festivais internacionais de cinema Curtas Vila do Conde e Porto/Post/Doc. Tem escrito diversos textos a apresentado trabalhos em áreas como história e teoria do cinema, cinemas em português, cineclubismo e cultura cinematográfica, crítica do cinema e modos de produção.
  • PAULO FURTADO The Legendary Tigerman é o alterego de Paulo Furtado, multifacetado artista de Coimbra. Inspirado no velho formato de one-man-band nascido nas margens do Delta do Mississipi, adapta o conceito ao século XXI, com uma estética muito particular – ao formato analógico tradicional (bombo, prato de choque, guitarra) junta, sem pudor, soluções electrónicas. O resultado conhecido é explosivo. Após encomenda do Close-up, apresentará em estreia na Casa das Artes de Famalicão, o cine-concerto a partir de Os Lobos de Rino Lupo.
  • RICARDO VIEIRA LISBOA Licenciado com mestrado em Matemática Aplicada e Computação, é também mestre em Cinema. É programador convidado de curtas-metragens no IndieLisboa desde 2013, e crítico de cinema no site À pala de Walsh. Realizou curtas-metragens experimentais e vídeo-ensaios que foram exibidos em festivais nacionais e internacionais.
  • RITA BENIS Investigadora do Centro de Estudos Comparativas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde conclui o seu doutoramento sobre a figura do argumento cinematográfico (em Manoel de Oliveira e João César Monteiro). Mestre em Literatura Comparada (CEC-FLUL) com uma tese sobre a transposição de Fanny Owen para o cinema (Manoel de Oliveira). Pertence à comissão editorial da revista electrónica Falso Movimento. Leccionou «Argumento Cinematográfico» na licenciatura de Estudos Artísticos (Artes do Espectáculo) da FLUL e «História do Cinema» na Universidade Moderna. Trabalha em cinema, desde 2000, como assistente de realização e argumentista – colaborou, entre outros, com Teresa Villaverde, Margarida Gil, Inês Oliveira, António Cunha Telles, Vincent Gallo e Catherine Breillat.
  • TERESA GARCIA Em 1986 finaliza o curso de cinema da ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema) em Lisboa. Desde então trabalhou como anotadora ou assistente de realização em filmes de, nomeadamente, Margarida Gil, João César Monteiro, Manoel de Oliveira, António Campos. Em 2000 funda com um grupo de cineastas a associação cultural Os Filhos de Lumière onde coordena e dirige desde então oficinas de iniciação ao cinema destinadas a crianças e adolescentes entre os 9 e os 19 anos. Entre 1999 e 2001, fez parte do departamento de cinema e audiovisual da Porto 2001, Capital Europeia da Cultura onde assegurou a programação do ciclo de cinema em 4 actos O Olhar de Ulisses, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa. Desde 2003, organiza e assegura para o Festival Temps d’Images a programação do ciclo de cinema O Cinema à volta de cinco Artes/ Cinco Artes à volta do Cinema.
  • TIAGO BATISTA Diretor do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, o centro de conservação da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. Doutorado em Film and Screen Media pela Universidade de Londres (Birkbeck College), é investigador integrado do Instituto de História Contemporânea-NOVA FCSH e docente da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Escreveu vários artigos e livros sobre a história do cinema português.
  • VASCO CÂMARA Licenciado pela Faculdade de Direito de Lisboa. Crítico de cinema do Jornal Publico e editor do suplemento Ipsilon.
  • VIRGILIO FERREIRA Mestrado em Fotografia, Universidade de Brighton (2012) e Curso de Fotografia na École des Arts e Metiers de L´image 21-Paris (1995). O seu trabalho tem sido exposto na Europa, Médio Oriente, Estados Unidos e Sudeste Asiático, estando representado em várias colecções Públicas e Privadas em Portugal e no estrangeiro. Tem sido reconhecido com vários prémios, entre outros o 1000 Words Award, um prémio europeu coordenado pela 1000 Words Photography Magazine (UK), Prêmio Internacional de Fotografia, Encontros da Imagem (2010), e semi-finalista do HSBC Fundação pour la Photographie, Paris (2007). Na área académica tem orientado ações de formação e residências artísticas em escolas de fotografia e entidades culturais, destacando-se o Instituto Politécnico do Porto, Instituto Português de Fotografia, Fundação de Serralves e Encontros da Imagem. Coordenador do Ci.clo Plataforma de Fotografia.